Por que fazer amor depois de uma briga é tão gostoso? Especialistas revelam porque!

A relação íntima após a briga é uma das relações mais selvagens que existem, pois é como se o casal extravasasse todo o estresse da briga na cama.

A explicação que experientes no assunto dão é que a excitação, no caso a exaltação de humores da briga, é revertida para a excitação da relação íntima.

Fazer amor após uma briga pode ser inclusive terapêutico, pois equilibra novamente o estado de espírito e ainda melhora o humor.

Só quem já teve uma relação íntima pós-briga sabe do poder dessa técnica.

Uma discussão pode ser resolvida facilmente com a troca de carícias na cama e pode dar, às vezes, mais respostas do que uma DR (discussão de relacionamento).

Para algumas mulheres, fazer amor após a briga pode dar a certeza que elas precisavam sobre o amor que seus parceiros sentem. Aliás, quem disse que uma ação vale mais do que mil palavras provavelmente acertou em cheio.

Sensações na briga

Essa transferência de excitação ocorre em outras situações do cotidiano, como assistir a um filme, por exemplo, em que a raiva pelo vilão pode ser convertida em satisfação e felicidade ao vê-lo sendo punido.

Podemos pensar de forma semelhante quando um casal briga.

A excitação gerada pela briga é transferida para um grau de excitação durante a relação íntima.

Fazer amor nesse momento tende a ser mais relaxante e, por isso costuma ser um dos melhores relações íntimas que existem, pois os dois se sentem mais conectados um com o outro e aliviados.

A mudança de humor abrupta que se estabelece contribui para a química da relação íntima.

O fato também se deve à sensação de término e ameaça da relação que se sente ao brigar e quando isso é transferido para a relação íntima sente-se uma tranquilidade e restabelecimento do vínculo de forma palpável, concreta e tangível.

A certeza de que apesar das brigas, o casal pode superar tudo e ainda contar com o outro é muito bem vista no ato de fazer amor.

É como se apesar de tudo o casal ficasse ainda mais fortalecido e que nada mais pudesse prejudicá-los.

Discussões acaloradas

Aquelas discussões mais ferrenhas e até mesmo agressivas entre casais que promovem empurrões, pegadas abruptas pelo braço, enfim, podem ser revertidas em pura excitação íntima.

Quando um age descontroladamente com o outro, a excitação íntima surge como forma de vingança perante aquela atitude sádica. Percebe-se que aquela rixa pode ser mais bem resolvida na cama.

Lá que será definido quem se sai melhor, quem tem razão e quem manda em quem.

Geralmente isso não passa de uma primeira sensação, depois os dois acabam participando da relação íntima de igual para igual, aliviando suas tensões e agindo com bom humor e reciprocidade íntima.

Relação íntima de reconciliação é o único bom?

Pensar que o melhor relação íntima é aquele de reconciliação também é exagero.

Não é saudável promover uma briga todas as vezes apenas para ter uma relação íntima gostosa.

Aliás, isso ocorre apenas algumas vezes, dependendo da intensidade da briga, do motivo gerador da discussão, etc.

Nem sempre a excitação irá surgir necessariamente por qualquer desavença e forçar essa situação não é legal, o ideal é que seja natural quando ocorra.

Fazer amor, de uma maneira geral, pode ser prazeroso sempre, basta os dois estarem envolvidos e dispostos em fazer daquele momento um ato especial. Por isso, não só sensações negativas desencadeiam em uma boa relação íntima.

Outras sensações positivas que também influenciam em uma transa gostosa é um jantar a dois, por exemplo.

A comida tem um potencial muito forte e afrodisíaco e costuma despertar sensações através do paladar, do aroma e geralmente pode ser facilmente estendido para a cama.

Nada como estender o prazer da comida para a relação íntima, até mesmo por isso muitos brincam que a melhor sobremesa após o jantar é a relação íntima.

O apetite íntimo também é estimulado quando um dos dois se sente atraído por outra pessoa, seja real ou não. Ao assistir um filme e você se interessar pelo galã, a sua excitação pode ser transferida para o seu próprio parceiro.

Explicações

Essa excitação está muito atrelada aos sentimentos.

Quando uma pessoa está triste, outra pessoa que estiver próxima consolando-a pode ficar triste também como consequência. Quando uma pessoa está muito eufórica e feliz acaba contagiando quem está à sua volta.

Quando alguém te ama, você pode ficar tendenciosa a amar essa pessoa de volta. O mesmo pensamento serve para a excitação.

Quando alguém está excitado por você, por mais que você não tenha um interesse e atração inicial, provavelmente você ficará excitada também.

Isso porque o ser humano necessita ser desejado e a excitação faz parte do seu instinto. A natureza humana se apresenta instável e pode variar a qualquer momento de acordo com os acontecimentos.

Relação íntima do adeus

Uma forma de fazer amor que dizem ser ainda melhor do que a relação íntima de reconciliação é a relação íntima do adeus.

Se ao terminarem um relacionamento o casal deseja fazer amor pela última vez, assim como um último beijo, essa relação íntima pode ser muito melhor do que todos que já tiveram durante sua vida a dois.

Isso porque é a última chance que um tem de desfrutar esse momento com o outro.

Ter a memória de uma relação íntima maestral no rompimento pode ser uma lembrança boa para se ter da outra pessoa e ajudar a sentir menos dor com a perda do outro.

Além disso, com o término as pessoas se sentem mais desinibidas e por isso podem se soltar mais nessa última transa, uma vez que não terão mais que dar satisfações ou explicações para o outro.

É uma grande libertação íntima a ideia de superar as dificuldades e problemas do passado e olhar de forma positiva para o futuro e as oportunidades que podem aparecer.

Cuidado!

A relação íntima após briga não tem nada a ver com violência doméstica e abuso íntimo.

O que estamos expondo aqui não pode ser confundido com agressões físicas à mulher, nem estupro.

Muitos estupros inclusive podem acontecer dessa maneira, em que o agressor ao não ser correspondido se excita com a rejeição e a sensação de luta e acaba forçando um ato íntimo violento e não consentido.

Esse tipo de situação pode ocorrer com criminosos desconhecidos ou com os próprios namorados e maridos.

Neste caso, quando não há excitação de ambas as partes e quando existe uma agressão por parte do homem ou da mulher exclusivamente, isso pode ser visto como crime.

Além disso, quando a prática de fazer amor após a briga se torna habitual, isso pode ser uma forma de camuflar o problema real que o casal enfrenta e, neste caso, pode ser muito doloroso por não ser uma solução verdadeira para o problema.

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